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Reverenciado como abolicionista, autor e orador, chamado de pai dos movimentos pelos direitos civis, o ex-escravo Frederick Douglass foi o americano mais fotografado do século 19, batendo Abraham Lincoln, George Custer e Walt Whitman. Um novo livro que conta sua história através de fotografia reune 160 imagens, começando por volta de 1841 e terminando por volta de 1895.

Douglas começou posando para retratos no início de 1840, depois de ter escapado da escravização em Maryland. Enquanto seu interesse em fotografia se transformava em obsessão, Douglass começou a escrever ensaios sobre o poder da arte e como ela poderia ser usada para trazer auto-confiança para os oprimidos.

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“O mais humilde criado agora pode ter uma foto de si mesmo com a riqueza que reis não poderiam comprar 50 anos atrás”.

Os autores do livro sobre Douglass, John Stauffer, Zoe Trodd e Celeste-Marie Bernier usaram de diferentes métodos para rastrear suas fotos, vasculhando centenas de arquivos americanos e europeus, bibliotecas, museus, escolas, sociedades históricas, arquivos do governo e casas de leilão.

Douglass esperava que fosse contrariar a percepção pública do que significa ser negro na época, e considerava a fotografia uma grande ‘arte democrática’, que finalmente afirmava a humanidade do negro.

Fonte: Daily Mail

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